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Essa foi por pouco! Prince Of Persia Warrior Within para iPhone
A Gameloft é um das desenvolvedoras de maior expressão na AppStore, responsável por alguns títulos com altos valores de produção para as plataformas portáteis da Apple. Além do seu catálogo de jogos “originais” —há um certo debate em relação a isso, visto que alguns jogos da companhia são essencialmente “repaginações” de clássicos de outros consoles, mas enfim —, a Gameloft também é responsável por licenciar títulos da Ubisoft.
Várias propriedades da gigante dos consoles passaram pelo iPhone, iPod Touch e iPad através da Gameloft: Avatar The Game, Splinter Cell, Settlers e Assassin’s Creed, entre outros.
Em junho a Gameloft trouxe mais um clássico da Ubisoft para o iPhone OS (iOS): Prince of Persia: Warrior Within, o segundo jogo da já icônica trilogia “Sands of Time”. Na época, o jogo custava US$9,99. Não sendo eu um grande fã da franquia, o jogo passou batido.
Em setembro, e por apenas um dia, o jogo caiu dos dez dólares para a bagatela de um mísero obama. Tenho seguidores no Twitter que sempre correm pra me avisar dessas pechinchas, e eu não consigo resistir àquele botão $0,99 da AppStore. Comprei o jogo com as expectativas em baixa.
Sinto-me compelido a confessar que Warrior Within me fez olhar para o iPhone de uma forma completamente diferente no que diz questão a jogos. Enquanto ports anteriores da Gameloft — aqueles que eu citei anteriormente, por exemplo — eram essencialmente versões água com açúcar dos títulos originais para consoles, Warrior Within é um jogo completo de PS2. Aliás, essa é uma das críticas mais comuns em relação ao iOS como plataforma de jogos: “não há games de verdade, só apps de peido, minigames para crianças e no máximo essas versões diet dos jogos de verdade que saem para os consoles”.
Warrior Within quebra esse molde, apresentando na tela do seu iPhone todo o conteúdo do jogo original. E sim, isso inclui os cutscenes com vozes e tudo.
(YouTube)
O gameplay não sofreu na transição para a tela sensível ao toque. Há quatro botões principais, além do direcional virtual: o botão de ataque, o de correr, o de pular, e o de descer. Esses botões são contextuais e suas funções mudam de acordo com o que se passa no jogo (por exemplo, o botão de correr é substituído pelo botão de salvar quando você está na área correspondente; e o de descer vira um botão de ataque secundário no meio das lutas). É uma solução elegante e inteligente para enfiar os inúmeros botões da versão do console na telinha do portátil.
Prince of Persia é, a priori, um jogo de plataforma. Grande parte da diversão do jogo derivavae do exercício de chegar do ponto A ao ponto B correndo em paredes e dando saltos acrobáticos. Houve um tempo em que eu imaginava que gameplay desse estilo seria absolutamente inviável num console baseado em tela de toque, mas Warrior Within consolidou a ideia de que touchscreens são mais válidas para jogos de ação do que costumam dar crédito. Os botões são bastante responsivos e não há a sensação de que o jogo está perdendo alguma coisa por causa da plataforma em que ele está.
Há quem diga que um jogo portátil jamais poderá te envolver de forma substancial, e que não há imersão quando se joga algo numa tela de menos de 4 polegadas. Aos detratores, eu só posso dizer que naqueles momentos em que dei um salto mortal para trás e agarrei numa plataforma por um triz, quase caindo num precipício e perdendo meu progresso no jogo, soltei um sincero “Essa foi por pouco!” do tipo que apenas Shadow of the Colossus arrancava de mim.
O jogo custava originalmente 10 dólares, passou por 99 centavos e agora é vendido por US$ 4,99 (cerca de R$ 8,50). Cinco pratas por um jogo completo de Playstation 2 não é lá um péssimo negócio, e eu pessoalmente acho muitíssimo interessante que haja interesse em trazer clássicos do PS2, na íntegra, para a AppStore. É um precedente que eu espero que se repita no futuro.
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Liberada versão Release Candidate do Ubuntu 10.10
Se você não aguenta mais esperar pelo Ubuntu 10.10 e já está contando nos dedos o que falta para o lançamento, saiba que já está disponível para download a versão Release Candidate do sistema. Versões RC costumam ser as mais próximas possíveis do sistema final, já com todos os bugs corrigidos e novidades implementadas, e só sofrem alguma alteração se alguém descobrir uma falha grave (e isso já aconteceu no passado, não custa lembrar).
Os interessados em baixar o .iso de instalação podem ir direto ao mirror brasileiro do Ubuntu e escolher uma versão da distro (desktop, netbook, alternate ou server), e se prefere download direto ou via torrent.
Se você já está rodando uma versão beta do 1o.10 (ou qualquer outra versão do Ubuntu), pode atualizar o sistema apertado Alt+F2 no teclado e digitando o comando:
update-manager -dNão custa nada lembrar, essa versão ainda não é a final e não deve ser instalada em ambientes de produção (a não ser que você seja muito corajoso).
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Yaba daba dooooo! Google comemora 50 anos dos Flintstones
Quem não gosta de desenhos animados pode pular esse post do TB. Eu sempre gostei, e talvez por influência da minha mãe, tornei-me fã daqueles malucos de pedra, moradores de Bedrock. Quem não se lembra do Fred fazendo aquele passinho curioso antes de uma imbatível jogada de boliche? Ou a Wilma com seu cabelo ruivo muito do esquisito?
Hoje é aniversário dos Flintstones, uma das famílias mais amadas desse mundo! (Junto com os Simpsons, claro)
Para comemorar, o Google colocou no ar belíssimo doodle em homenagem. Podemos ver Fred, Wilma, Barney e Betty, além da pequena Pedrita, dentro do veículo que consagrou esse desenho — oras, ter que caminhar, mesmo dentro do carro, é de uma criatividade imensa!
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Ficou bonito
Lembro que, certa vez, assistindo a um documentário sobre a história dos desenhos animados, mostraram que alguns episódios dos Flintstones tinham seu final mais granulado que o resto do vídeo. Sabe por que isso acontecia? Os estúdios de Hanna Barbera reaproveitavam os quadros várias vezes, por questões de economia.
Outro detalhe interessante desses 50 anos de Flintstones é

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